Queria eu viver o hoje sem ter que se preocupar com o amanhã. Não sei, talvez, fazer loucuras bobas, mas boas o suficientes para ficar na memória pra sempre. Queria eu poder sair descabelada nas ruas e mesmo assim, não perder a beleza. Queria eu poder sorrir, sem medo de causar malícia em cabeças fúteis. Queria eu dormir sem ter hora pra acordar, e mais, acordar feliz. Queria eu ter a inocência de uma criança e a maturidade de um adulto. Queria eu ter olhos luminosos para assim, talvez, enxergar com mais brilho as coisas da vida. Queria eu ter você aqui comigo agora, te olhar e fazer-te me amar. Queria eu realizar, sentir e obter tantas coisas nesse meu hoje. Se eu pudesse mudar o sentido de querer, começaria com a frase de que Querer não é Poder. Por que a realidade tem de ser essa? Por que não pode ser diferente? Por que temos que aceitar e concordar com tudo? As coisas poderiam ser menos complicadas, ou nós menos preguiçosos. A ponto de não nos importarmos em mover pedras e andar quilômetros, ás vezes, apenas para ler um sorriso diferente.
sábado, 21 de setembro de 2013
Queria. Querer.
Queria eu viver o hoje sem ter que se preocupar com o amanhã. Não sei, talvez, fazer loucuras bobas, mas boas o suficientes para ficar na memória pra sempre. Queria eu poder sair descabelada nas ruas e mesmo assim, não perder a beleza. Queria eu poder sorrir, sem medo de causar malícia em cabeças fúteis. Queria eu dormir sem ter hora pra acordar, e mais, acordar feliz. Queria eu ter a inocência de uma criança e a maturidade de um adulto. Queria eu ter olhos luminosos para assim, talvez, enxergar com mais brilho as coisas da vida. Queria eu ter você aqui comigo agora, te olhar e fazer-te me amar. Queria eu realizar, sentir e obter tantas coisas nesse meu hoje. Se eu pudesse mudar o sentido de querer, começaria com a frase de que Querer não é Poder. Por que a realidade tem de ser essa? Por que não pode ser diferente? Por que temos que aceitar e concordar com tudo? As coisas poderiam ser menos complicadas, ou nós menos preguiçosos. A ponto de não nos importarmos em mover pedras e andar quilômetros, ás vezes, apenas para ler um sorriso diferente.
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